SINDIÁGUA-PB

Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Purificação da Água e em Serviços de Esgotos do Estado da Paraíba

Crise mundial do capitalismo – Quem paga a conta?

23 de novembro de 2011

Fonte: CUT/CTB

O mundo desenvolvido – mais precisamente EUA e Europa (zona do euro) – vive hoje o que especialistas dizem ser a crise mais duradoura e perversa do capitalismo mundial, transferindo o ônus da crise para os trabalhadores e os pobres desses países.

Adversas a esse quadro, novas potências que antes eram chamadas de periferia do capitalismo, surgem ocupando um papel importante e crescente na economia mundial, a exemplo da China, Índia, Brasil e África do Sul. O Brasil tem um papel de destaque na economia mundial por ter uma grande riqueza mineral, a maior parte das terras agricultáveis do planeta e o poder crescente do consumo por ser um país continental.

No entendimento dos grandes economistas mundiais que prestam assessorias a sindicatos e partidos de esquerda, essa crise (que teve seu ápice em 2008) perdurará por mais tempo para dar uma resposta às sequelas por ela criadas. Sendo assim, o Brasil – por estar com a economia sólida – sairá na frente dos BRIC’s por não estar dependendo do FMI nem do Banco Central Americano.

O movimento sindical brasileiro vê na eleição de um operário para presidente da república e a continuidade desse mandato, elegendo a primeira mulher presidente da história do Brasil, que embora tenha tido grandes avanços, tem um dos desafios mais presentes: baixar as taxas de juros e planejar mais os investimentos do País, que hoje representam apenas 19% do PIB. O que seria ideal neste mandato é que o investimento atingisse 25% do PIB, pois este patamar elevaria o Brasil a ocupar o 5º lugar na economia mundial.

Sem luta, não há vitória! O sindicato somos todos nós!

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